Após 19 anos, tendo-os comigo em todas as ocasiões, um muitos bons e maus momentos da minha vida, está na hora de deixar os óculos!
Sábado. O despertador toca as 5 da manhã. Hora de começar a me preparar. Tomar um banho quente e ir. O fato do Fê poder ir comigo me deixou ainda mais tranquila. Seguimos para o consultório e as 6 horas, pegamos a van para a clinica onde seria realizada a cirurgia.
Infelizmente tive que sentar em um banco diferente do Fê no caminho. Enquanto estava acordada, reparava nas cores do céu se alterando e o dia surgindo. O que acontece quando você anda com fotografos é que, para qualquer cena bonita ou diferente você pensa: “Nossa, ia dar uma foto linda!”. Entre uma foto linda e outra, eu dormi uma boa parte do caminho. Quando percebi, já estavamos dentro de São Paulo, chegando na clinica.
Ainda bem que na clinica tinha café expresso. Eu adoro!
Chegou a hora do sim ou não.
Até então fazer ou não a cirurgia ainda era um Interrogação para mim porque tudo seria resolvido após o exame Orbiscam, decisivo no meu caso. Pouco tempo após feito o exame eu ouço “Maria Fernanda e Aparecida, venham aqui um pouquinho”. Gelinho na barriga, seguido por alivio. Minha cirurgia era possível! Iupi! Voltei a sentar ao lado do Fê, dei a boa noticia para ele, e voltei a comentar o péssimo gosto para roupas de algumas estrelas do cinema. Seria a última vez que faria isso com meus velhos óculos Vogeu cor-de-rosa.
Então, as pessoas começaram a ser chamadas para a cirurgia. Eu sabia que era a quinta, logo após a Aparecida. E quando ela foi chamada eu olhei pro Fê e disse: “ela é a quarta, e eu a quinta”. Eu era a próxima. E então eu ouvi “Maria Fernanda, vamos lá!. Eu levantei, dei um passo e olhei pra trás na direção do Fê, caso ele quisesse dizer um “Boa Sorte”. Acho que ele disse isso com os olhos. Enfim, eu não estava nervosa mesmo.
Na ante-sala, uma moça simpatica pingou alguns, vários, colirios anéstesicos e vestiu meus pés e cabeça com uma touquinha. Após feito isso, eu fiqeui aguardando o próxima chamado. E ali eu fiquei por uns 10 minutos, ouvindo o som do laser e os médicos conversando com a Aparecida sobre os procedimentos que fazia. Eu ouvia uma música e ficava me perguntando se era da sala dee espera ou da sala de cirurgia. Quando fui chamado a entrar, descobri que era da espera.
Assim que entrei, fui instruida a deitar-me na cama. Ia começar. A primeira coisa que ela fez foi prender meus cilios com um pedaço de esparadrapo. Pensei comigo “cuidado com meus longos cilios”. E entre esparadrapos, aparelhinhos que fazem pressão nos olhos, laser indo e vindo 8 vezes em cada olho, pontinho de luz vermelha e medo de piscar na hora errada, a cirurgia acabou em menos de 15 minutos.
Feita a cirurgia, hora da sala de recuperação. Mesmo estando tudo um pouco desfocado, a facilidade de ler ao invés de distinguir já estava melhor. Tomei um cházinho, fiz um exame, o Dr. disse que estava perfeito e veio o terro: os olhos de abelha!! Passei o sabado todo com os tampões nos olhos. Dormi a tarde toda como o médico aconselhou, vi um pouco de TV e li as legendas sem óculos! Não é lindo!?
No domingo meus pais vieram me ver, o que eu adorei e fui fazer uma coisa que há tempos queria, comprar um novo óculos de sol, afinal, antes da cirurgia, eu não enxergaria nada sem o óculos de grau, portanto, mal usava óculos de sol!
E foi assim que eu voltei a enxergar. E está cada dia melhor!
Ainda não perdi totalmente o hábito de procurar meus óculos no criado pela manhã, mas logo isso passa!! ;o)







Li hoje uma notícia interessante no site da
Quando se quer conseguir alguma coisa, por minima que seja, o segredo não é simplesmente direcionar todos os seus pensamentos positivos naquilo.
Tanto adoro essas flores que tenho algumas dezenas de fotos tiradas das que minha avó cultiva. E agora vou começar meu próprio cultivo de orquídeas. Amanhã mesmo irei colocar minha mudinha no pé de acerola. Ao contrario do que alguns pensam, as orquideas não são plantas parasitas, ou sejam, não sugam a seiva vital da árvore em que vive, ela somente a usa como apoio e nutrem-se do material em decomposição que cai da árvore e acumula-se na raiz! 
Nós vivemos sempre envoltos em planos.